
“A oferta que temos nas cidades sedes é suficiente, não queremos a expansão”, disse Heber Garrido, da Rede Transamérica. “Queremos condições para reformar os nossos hotéis”, emendou Júlio Serson, da Rede Vila Rica.
Para Antônio Bispo, da Rede Bristol, além de concordar com seus dois colegas, sugeriu menos papel. “Esses mecanismos de financiamento precisam ser desburocratizados”, alfinetou Bispo. “Precisamos de recursos para melhor o parque já existente”, disse Alexandre Ghelen, da Rede Intercity.
Roland de Bonadona, da Accor Hospitality, expressou uma opinião diferente, ao afirmar que hotéis novos são, sim, necessários. Mas ele se alinhou aos seus colegas de Fohb quanto a outras questões. “Aqui há muita burocracia e os custos administrativos são elevadíssimos em comparação a outros países”, criticou o executivo.
Fonte: Panrotas
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